É um símbolo muito usado na grafia dos logotipos. É comum observá-la nos impressos das empresas, cartazes de propaganda, na televisão, nas placas, letreiros e este ano pode se observá-la nitidamente no filme "Thor".
Seu significado oculto está intimamente ligado ao infinito, é a união perfeita e incontestável entre as forças cósmicas, a interação entre o bem e o mal que, esotericamente, são iguais e eternos. O laço da fita não tem princípio e fim, feito em uma única peça, representa o universo, que ninguém sabe exatamente quando e como começou, nem onde terminará. O laço quer dizer que todo espécie de vida e tudo o que nos cerca está amarrado ou intimamente ligado a uma fonte geradora de todas as coisas e dela depende para continuar o seu ciclo vital.
Ela também significa o ciclo evolutivo da vida. Representa o caminho por onde a humanidade, sempre adiante, não havendo jamais um ponto de interrupção desta caminhada. Sua origem é recente em relação a outros símbolos e foi concebida pelo esoterismo teosófico para explicar a interação do homem com as forças do cosmo, ou seja: o homem fortemente unido ao visível e ao invisível, ao poder de supostos mestres de outras dimensões, seres evoluídos e dotados de grande inteligência. É usada por diversas sociedades secretas, mas em tempos de Nova Era, sua utilização vem tornando-se cada vez mais comum.
Seu significado oculto está intimamente ligado ao infinito, é a união perfeita e incontestável entre as forças cósmicas, a interação entre o bem e o mal que, esotericamente, são iguais e eternos. O laço da fita não tem princípio e fim, feito em uma única peça, representa o universo, que ninguém sabe exatamente quando e como começou, nem onde terminará. O laço quer dizer que todo espécie de vida e tudo o que nos cerca está amarrado ou intimamente ligado a uma fonte geradora de todas as coisas e dela depende para continuar o seu ciclo vital.
Ela também significa o ciclo evolutivo da vida. Representa o caminho por onde a humanidade, sempre adiante, não havendo jamais um ponto de interrupção desta caminhada. Sua origem é recente em relação a outros símbolos e foi concebida pelo esoterismo teosófico para explicar a interação do homem com as forças do cosmo, ou seja: o homem fortemente unido ao visível e ao invisível, ao poder de supostos mestres de outras dimensões, seres evoluídos e dotados de grande inteligência. É usada por diversas sociedades secretas, mas em tempos de Nova Era, sua utilização vem tornando-se cada vez mais comum.

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